Veja contratações mais caras desta janela; ingleses dominam mercado
Período pós-Copa tem movimentado transferências de jogadores
A janela de transferências já movimentou mais de 4 bilhões de euros (cerca de R$ 25 bilhões) em novas contratações, segundo dados do transfermarkt.
O top 5 das ligas que mais gastaram é composto por Inglaterra (1,39 bilhão de euros), Itália (585,5 milhões de euros), Alemanha (434,2 milhões de euros), Espanha (307 milhões de euros) e França (245 milhões de euros).
Das cinco contratações mais caras até o momento, quatro delas vem da Premier League, e uma da La Liga:
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2026-07-31 12:34:57- Morgan Rogers: Aston Villa para o Chelsea: € 138 milhões (R$ 810 milhões)
- Elliot Anderson: Nottingham Forest para o Manchester City: € 135 milhões (R$ 792 milhões)
- Sandro Tonali: Newcastle para o Tottenham: € 108 milhões (R$ 634 milhões)
- Mateus Fernandes: West Ham para o Tottenham: € 99 milhões (R$ 581 milhões)
- Anthony Gordon: Newcastle para o Barcelona: € 80 milhões (R$ 470 milhões)
O Top-10 é composto ainda por Turquia (225 milhões de euros), Portugal (179 milhões de euros), 2a Divisão da Inglaterra (145,3 milhões de euros), Arábia Saudita (90 milhões de euros) e Holanda (83 milhões de euros). Na Europa, o registro de novos atletas vai até o dia 1º de setembro.
Brasileirão em ritmo lento
O Campeonato Brasileiro abriu a janela no dia 20 de julho e ainda caminha a passos lentos. A competição movimentou apenas 53 milhões de euros (cerca de R$ 315 milhões), valor significativamente abaixo de outras temporadas.
No ranking das ligas que mais gastaram, a competição nacional aparece apenas na 13ª posição. Por outro lado, o prazo para a inscrição de novos jogadores no país se estende até o dia 11 de setembro.
"Enquanto a Europa acelera o ritmo com grandes investimentos, o mercado brasileiro adota uma postura mais cautelosa e estratégica. O desafio do futebol moderno é justamente esse, manter a competitividade em alto nível, garantindo a sustentabilidade financeira do esporte a longo prazo", declara Alexandre Frota, CEO da FutPro Expo.
"No mercado brasileiro, apesar de ascendente, o volume de negociações tende a ser mais condicionado pela liquidez disponível – hoje, baixa, entre os principais clubes - e pelas oportunidades de bom custo-benefício que surjam ao longo do período de negociações”, analisa Moises Assayag, diretor-sócio da Channel e especialista em finanças do futebol.
“A tendência é que a atividade esquente até o fechamento da janela em setembro”, analisa Claudio Fiorito, CEO da P&P Sport Management.
"O destaque entre esses números é o sinal claro da adequação pela qual o clubes brasileiros vão se submeter nos próximos anos. O que investiram nos ultimos anos é insustentável", indica Thiago Freitas, COO da Roc Nation Sports no Brasil.
Europa investindo
No cenário global, dos dez clubes que mais investiram até o momento, seis são ingleses. A lista é liderada pelo Newcastle (ING), com 187 milhões de euros, seguido por Sporting (POR) com 151,1 milhões, Nottingham Forest (ING) com 144 milhões, Chelsea (ING) com 132,2 milhões e West Ham (ING) com 99 milhões.
Completam o top 10 as equipes do Aston Villa (ING, 88 milhões), Freiburg (ALE, 87 milhões), Brighton (ING, 81 milhões), PSG (FRA, 78 milhões) e Eintracht Frankfurt (ALE, 75 milhões).