Ainda há incerteza sobre quando o rebanho bovino dos Estados Unidos voltará a crescer. A avaliação consta em relatórios do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que mostram sinais mistos: enquanto a retenção de fêmeas registrou uma alta modesta, o número de vacas continua em queda.
Foi o que destacou, nesta quinta-feira (30), o economista-chefe do USDA, Justin Benavidez. Ao mesmo tempo, os animais confinados estão mais pesados do que nunca, o que ajuda a sustentar a produção de carne mesmo com um rebanho menor.
Segundo o USDA, esse ganho de peso dos animais em confinamento compensa parcialmente a redução do número de cabeças, mas não elimina o risco de inflação dos preços da carne para o consumidor americano.
Recomendado para você
Gazeta Agora: defesa de Flávio desmascara narrativa sobre a Interpol e Dark Horse
A edição desta quinta-feira (30) destaca, entre outros assuntos, que F...
2026-07-30 16:26:10O que nova rodada de pesquisas indica sobre as eleições ao Senado
Genial/Quaest realizou rodada de pesquisas em dez estados; nomes conhe...
2026-07-30 16:23:16Contrato da FCA precisou ser prorrogado para revisão do projeto
Agência atualizou modelagem para incorporar novas diretrizes do Minist...
2026-07-30 15:54:03Na pecuária, o principal fator continua sendo o ciclo de baixa do rebanho bovino dos Estados Unidos. Com menos vacas, nascem menos bezerros, a oferta de animais para abate diminui e os preços tendem a permanecer elevados.
Por outro lado, Benavidez ponderou que esse cenário pode mudar com a reabertura das importações de gado mexicano, prevista para 24 de agosto.
Historicamente, os Estados Unidos recebem cerca de 1,2 milhão de animais por ano do México para engorda, e o USDA estima que esse fluxo possa alcançar aproximadamente 80 mil cabeças por mês.
No entanto, a retomada dependerá do controle da infestação pelo verme-do-Novo-Mundo (New World screwworm), que voltou a preocupar as autoridades sanitárias americanas.
(Colaborou Andressa Simão)