Parlamentares e representantes do setor produtivo defenderam a atualização dos limites de faturamento do MEI (Microempreendedor Individual), das MEs (Microempresas) e das EPPs (Empresas de Pequeno Porte) optantes pelo Simples Nacional, em evento realizado na sede da FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo).
A proposta consta do Projeto de Lei Complementar nº 108/2021, que está em tramitação no Congresso Nacional e deve ser votado antes do recesso parlamentar.
O seminário contou com a coordenação da deputada federal Adriana Ventura (Novo-SP), além de contribuições da deputada federal Any Ortiz (PP-RS), presidente da Comissão Especial sobre o novo enquadramento do Microempreendedor individual; e do deputado federal Jorge Goetten (Republicanos-SC), relator do PLP.
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2026-07-06 18:26:55A proposta tem o objetivo de corrigir uma defasagem acumulada desde 2018, que “compromete a formalização, o crescimento dos pequenos negócios, a geração de empregos e a competitividade das empresas brasileiras”, segundo a FecomercioSP.
“Quando os parâmetros ficam defasados, a consequência aparece rapidamente. As empresas passam a recolher mais tributos, assumem novas obrigações e enfrentam um ambiente tributário mais complexo, embora continuem operando com a mesma estrutura e os mesmos desafios de antes”, observou o presidente da FecomercioSP, Ivo DallAcqua Junior.
O setor produtivo também considera que trata-se de uma medida de justiça tributária, em um ambiente de aprovação da reforma tributária e avanço de pautas que podem elevar os custos operacionais das empresas, como o fim da escala 6×1.
A FecomercioSP e demais entidades também reforçaram a necessidade de ampliar os limites de faturamento não apenas para o MEI, como também para as ME e EPP.