Os novos dirigentes do TRF6 tomaram posse nesta quinta-feira (20) em Belo Horizonte. Ricardo Machado Rabelo assumiu a presidência da corte.
Miguel Ângelo de Alvarenga Lopes assumiu os cargos de vice-presidente e corregedor do tribunal.
Rabelo afirmou que sua gestão será orientada por 3 pilares. Eles são a gestão, a tecnologia e a inovação.
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2026-08-20 18:29:45A proposta do novo presidente é aprimorar métodos internos do TRF6. Ele pretende ampliar a transformação digital da corte.
O vice-presidente dará atenção especial à 1ª instância. O TRF6 responde pela Justiça Federal de 2ª instância em Minas Gerais.
Os novos dirigentes do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF6) tomaram posse nesta quinta-feira (20). O desembargador federal Ricardo Machado Rabelo assumiu a presidência da corte, enquanto Miguel Ângelo de Alvarenga Lopes passou a ocupar a vice-presidência e a corregedoria do tribunal.
Na nova gestão, Ricardo Rabelo afirmou que o trabalho será orientado por três pilares: gestão, tecnologia e inovação. Segundo o novo presidente, a proposta é aprimorar os métodos internos e ampliar a transformação digital do TRF6.
Já Miguel Ângelo afirmou que a corregedoria terá atenção especial à primeira instância e à melhoria dos serviços prestados à população.
O TRF6 tem sede em Belo Horizonte e é responsável pela Justiça Federal de segunda instância em Minas Gerais.
Trajetória dos novos dirigentes
Ricardo Rabelo está na magistratura federal desde 1993 e passou por diferentes unidades da Justiça Federal em Minas Gerais e no interior de São Paulo. Antes de assumir a presidência do TRF6, foi vice-presidente e corregedor da corte.
Desde a criação do tribunal, Rabelo também presidiu a 4ª Turma e participou das negociações para a repactuação das medidas de reparação pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana. Ele coordenou a mesa de negociação que resultou no Novo Acordo da Bacia do Rio Doce.
Miguel Ângelo ingressou na magistratura federal em 1997. No TRF6, presidiu a 2ª Seção e a 3ª Turma e atua em grupos ligados à gestão e ao pagamento de precatórios no Conselho da Justiça Federal (CJF) e no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Ao longo da carreira, Miguel Ângelo também presidiu a Associação dos Juízes Federais de Minas Gerais (Ajufemg) e ocupou a vice-presidência da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe).
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