Irã nega acusações de plano para assassinar filho de Trump
Na terça-feira (25), o Serviço Secreto dos EUA afirmou estar ciente de um vídeo exibido pela televisão estatal iraniana que mencionava uma recompensa de US$ 10 milhões por Barron Trump
O chefe de segurança do Irã, Mohsen Rezaei, afirmou que as notícias sobre um possível plano para assassinar o filho mais novo do presidente dos EUA, Donald Trump, são uma mentira, em entrevista transmitida pela emissora libanesa Al Manar TV nesta quinta-feira (27).
Na terça-feira (25), Serviço Secreto dos EUA informou que estava ciente de um vídeo transmitido pela televisão estatal iraniana no qual se discutia um suposto plano para assassinar o filho mais novo de Trump, Barron Trump.
“O Serviço Secreto dos EUA está ciente do vídeo e investiga qualquer coisa que possa ser interpretada como uma ameaça contra as pessoas sob nossa proteção”, disse o porta-voz do Serviço Secreto, Nate Herring, em comunicado à CNN. “Por questões de segurança operacional, não discutimos assuntos relacionados à inteligência de proteção”.
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2026-08-27 18:17:09O vídeo, de quase três minutos de duração, começa com uma mensagem em inglês que diz: “Onde matar Barron Trump?!”. Em seguida, apresenta gráficos estilizados mostrando locais onde se sabe publicamente que o jovem Trump costuma passar algum tempo, incluindo a Trump Tower, em Nova York.
Perto do final do vídeo, o narrador sugere que as pessoas estavam “ansiosamente esperando para receber nossa recompensa de US$ 10 milhões”.
O vídeo foi transmitido durante o fim de semana pela emissora iraniana IRIB, um veículo de comunicação estatal considerado alinhado aos setores linha-dura do regime iraniano. O chefe da emissora é nomeado diretamente pelo líder supremo do Irã.
Uma fonte das forças federais de segurança disse à CNN que o vídeo faz parte de uma campanha de vídeos produzidos no Irã com o objetivo de atingir a família Trump e o próprio presidente americano. Alguns desses vídeos incluíram informações sobre a movimentação dos familiares do presidente e sugestões sobre como matar integrantes de sua família.
(Com informações de Holmes Lybrand, Todd Symons e Aida Karimi, da CNN)