Estados Unidos negam que Irã tenha destruído aeronaves americanas
Guarda Revolucionária iraniana afirmou ter destruído três caças F-35, mas Washington desmentiu a versão e disse que nenhuma aeronave foi atingida
Os Estados Unidos negaram que aviões americanos tenham sido destruídos ou danificados em ataques do Irã contra uma base militar na Jordânia.
Segundo Teerã, a ofensiva não apenas teria atingido aeronaves, como também teria causado mortes entre militares inimigos.
A Guarda Revolucionária iraniana afirmou ter atacado a base militar e destruído três caças do tipo F-35.
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2026-07-30 16:19:27Em resposta, os Estados Unidos declararam que essa informação não procede e que nenhuma aeronave foi destruída ou danificada. A troca de versões e acusações entre os dois países segue um padrão recorrente no conflito em curso.
Conflito se expande na região
Os ataques recomeçaram após alguns dias de trégua não oficial, durante os quais Estados Unidos e Irã haviam interrompido temporariamente as ofensivas mútuas.
Além do recrudescimento do conflito, o confronto vem se expandindo geograficamente, com a entrada da Arábia Saudita realizando ataques ao lado dos Estados Unidos e o envolvimento mais recente do Egito na crise regional.
O presidente americano, Donald Trump, havia ameaçado anteriormente realizar uma série de ataques contra o Irã.
A retaliação iraniana contra a base na Jordânia, cujos resultados permanecem incertos diante das versões divergentes, ocorre em meio a um cenário de escalada que atrai cada vez mais países da região para o conflito.
Gaza: ataque israelense mata civis, incluindo crianças
No contexto mais amplo do Oriente Médio, um ataque israelense na Faixa de Gaza matou pelo menos quatro pessoas, entre elas duas crianças. Segundo socorristas, os disparos atingiram acampamentos de refugiados no sul e no centro do território palestino.
O Exército de Israel afirmou que as ofensivas tinham como alvo integrantes do Hamas.
Mais de 1.200 pessoas morreram em ataques em Gaza desde o início do cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos, implementado em outubro de 2025.
Os novos disparos ocorrem no momento em que líderes do Hamas se reúnem com mediadores do Egito, do Qatar e da Turquia para discutir a implementação da segunda fase do plano de trégua proposto por Trump, que prevê a saída do Hamas do controle da Faixa de Gaza, a realização de eleições livres e a reconstrução do território.