A quantidade de ações ideal para comprar depende de fatores como capital disponível para investimento, estratégia de diversificação e perfil de risco. Objetivos de curto e longo prazo também podem impactar na decisão.

Tudo isso faz parte do planejamento financeiro de quem pretende manter e construir patrimônio com uma carteira de aplicações de renda variável. Os ganhos podem se dar pela venda das ações após valorização ou pela distribuição de dividendos.

Como funciona o mercado de ações?

O mercado de ações é o ambiente onde investidores compram e vendem pequenas partes de empresas de capital aberto. Segundo dados da Anbima, em 2025 as aplicações em ações representaram um valor de R$ 807,3 bilhões, com crescimento de 9,7% em relação a dezembro de 2024.

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Ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio da companhia, lucrando com a valorização dos papéis ou com a distribuição de lucros da empresa, conhecida como dividendos.

Resultados financeiros e operacionais das empresas, indicadores macroeconômicos como a Selic, decisões governamentais, variação da taxa de câmbio e até expectativas de investidores podem impactar no aumento ou diminuição brusca do valor das ações.

Abaixo, veja alguns conceitos e explicações:

Tipos de ações

Mercado primário e secundário

A diferença entre os dois está no momento em que os ativos são negociados. No caso do mercado primário, é quando as ações são negociadas pela primeira vez. No secundário, os investidores negociam entre si.

Subscrição

 preferência para investidores de uma empresa adquirir mais ações ou fundos imobiliários lançados. Exercer este direito de colocar estes papéis na sua carteira ou de negociá-los no mercado secundário é uma opção.

Quais as vantagens de investir em aplicações?

Se tornar sócio de empresas, sejam elas grandes ou pequenas, podem incluir alguns benefícios dentro do mercado financeiro. Entre os principais estão:

Qual o tamanho ideal da carteira de ações?

Antes de começar a investir em ações, é importante saber de uma das regras do mercado financeiro: o potencial de lucros e rendimentos altos está sempre acompanhado de riscos elevados.

Ou seja, por ser um investimento de renda variável que depende do comportamento da economia, do mercado e das empresas, é considerado arriscado e costuma fazer parte do portfólio do investidor com perfil arrojado, agressivo ou sofisticado.

Se este for o seu caso, pode seguir alguns passos para iniciar aplicações com o seu dinheiro:

Abra sua conta de investimentos

O investimento em ações é uma operação financeira intermediada por corretoras de valores regulamentadas pela Companhia de Valores Mobiliários (CVM). Ainda, há instituições bancárias que oferecem corretoras no mesmo aplicativo da conta de débito e crédito, como o Inter, por exemplo.

Avalie sua situação

Ainda que uma carteira de ações já siga um perfil de tolerância a riscos do mercado, o ideal é que prepare uma estratégia que equilibre o uso dos seus recursos para diminuir as chances de perdas. Para colocar isso em prática:

O seu sucesso ainda depende de onde quer chegar. Tenha um valor como meta e uma data ideal para retirada das aplicações no longo prazo.

Defina a quantidade de ações e empresas

É o momento de estruturar como será a alocação de ativos da sua carteira. Pesquise sobre setores do mercado e sobre diversificação geográfica com contas globais. Priorize qualidade, já que nem sempre o preço é melhor indicador dos papéis.

Especialistas do mercado financeiro costumam indicar uma carteira inicial com valor entre R$ 1 mil e R$ 5 mil para garantir um mínimo de diversificação. A partir daí, pesquise e escolha algumas empresas para começar a investir e monitorar.

Depois que o acompanhamento de resultados trimestrais das empresas e da sua própria carteira virar rotina, e de testar a compra e venda de parte das ações, pode começar a aumentar o número de empresas do seu portfólio.

Caso prefira, há profissionais do mercado financeiro que fazem indicações de carteiras de investimento.

Saiba onde irá negociar

Para negociar ações as formas mais comuns são a mesa de operações, na qual você se comunica com o agente da corretora, e plataformas como o Home Broker, que dá acesso a um sistema eletrônico para cadastro de ordens de compra.



Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/negocios/como-saber-quantas-acoes-devo-comprar/