Uma pesquisa aponta que mais de 84% de pessoas que utilizam as canetas emagrecedoras relatam ter reduzido o consumo de industrializados, enquanto 83% diminuíram a ingestão de ultraprocessados.
Para entender o cenário que envolve o medicamento, a Pluxee realizou um estudo com mais de 1.200 usuários de sua plataforma em todo o país sobre o uso das chamadas canetas emagrecedoras e os impactos sobre os hábitos alimentares. Dos entrevistados, apenas 7% afirmam utilizá-las atualmente.
A análise também ressalta que, aproximadamente, 76% passaram a consumir menos fast food e 74,5% reduziram o consumo de refrigerantes. Quanto a qualidade da alimentação, 62% aumentaram o consumo de frutas, legumes e verduras, e cerca de 57% passaram a priorizar fontes de proteína na alimentação.
Recomendado para você
Do café ao arroz: El Niño ameaça produção e pode elevar preços dos alimentos
Café é o principal produto de exportação de Varginha. Crédito:...
2026-07-07 03:00:46Walmart e Sam’s Club reduzem preços e Trump tenta assumir crédito
Maior rede de supermercados dos EUA destacou na segunda (6) algumas de...
2026-07-06 22:19:18UBSs de Macapá oferecem canetas de insulina glargina; veja locais e quem pode receber
Cinco Unidades Básicas de Saúde de Macapá fornecem insulina Gl...
2026-07-06 15:19:15“Nossa pesquisa mostra que o uso das canetas está associado a mudanças relevantes nos hábitos de consumo. O medicamento pode funcionar como um gatilho para uma transformação mais ampla na relação das pessoas com a alimentação”, aponta Antônio Alberto Aguiar, diretor executivo da Pluxee.
Além das escolhas alimentares, a pesquisa ainda analisa a relação dos consumidores com os alimentos. Entre os que usam o medicamento, 84% afirmam comprar alimentos por impulso com menos frequência do que antes.