Brasileiros vencem prêmio máximo de campeonato de robótica na Austrália Oito estudantes goianos venceram o prêmio máximo de um campeonato de robótica realizado em Sidney, na Austrália. Na mesma competição, os alunos do Sesi Canaã, de Goiânia, também desenvolveram um composto à base de cera de abelha para proteger peças arqueológicas contra a contaminação por fungos. A ideia esteve alinhada ao tema do FIRST LEGO League Asia Pacific Open Championship, de exploração das camadas do solo em busca de descobertas, ideias e aprendizados inspirados na arqueologia. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp De acordo com o Sesi, o grupo vencedor, formado por seis meninas e dois meninos, com idades entre 11 e 13 anos, retornou à capital goiana nesta terça-feira (14). Todos são alunos do ensino fundamental, que conta com a disciplina de robótica desde 2010. O grupo recebeu dois prêmios: Robot Performance Award: concedido à equipe com a melhor performance técnica e estratégica no desafio do robô; Champion Award: principal reconhecimento da competição, destinado à equipe que apresenta excelência em todos os critérios avaliados. Alunos do ensino fundamental do Sesi Canaã, em Goiânia, venceram uma competição mundial de robótica em Sidney, na Austrália Divulgação/Sesi-GO LEIA TAMBÉM Estudantes de Aparecida de Goiânia conquistam 2º lugar em campeonato mundial de robótica Estudante goiano de 17 anos coleciona 20 medalhas de competições científicas nacionais e internacionais Estudantes goianos vencem desafio global e visitam a Nasa A delegação goiana se destacou entre mais de 50 equipes de diversos países. Foi a primeira vez que os alunos participaram da competição. A disputa consistiu no seguinte: o borrifador foi a parte do projeto de pesquisa em que os alunos precisaram apresentar uma solução inovadora. Chamado de "Pró Bee", o composto utiliza cera de abelha, extrato de cravo-da-índia e tolueno como solvente para aplicação da solução. 🔍 tolueno é um hidrocarboneto aromático líquido, incolor e volátil. É oriundo do petróleo bruto, mas também pode ser obtido em processos de refino de petróleo e fabricação de coque de carvão. Já a parte do robô foi outro outro critério avaliado pela competição, em que os estudantes precisaram construir um robô capaz de cumprir uma séria de missões em uma mesa ( no início da reportagem). "Além de preservar artefatos arqueológicos, o produto busca reduzir a exposição dos profissionais da área ao fungo do gênero Aspergillus, associado à aspergilose, doença que pode provocar graves complicações respiratórias, especialmente em pessoas expostas de forma contínua ao microrganismo, como arqueólogos", explicou o Sesi. Para a diretora do Sesi Canaã, Raqueline Mariano Siqueira, o prêmio vai muito além do troféu, mostrando que Goiás tem capacidade de formar talentos competitivos a nível mundial. "Mostra que investir em educação, ciência, tecnologia e inovação gera resultados concretos. E esses nossos jovens se tornam inspiração para milhares de outros estudantes", disse. Para Raqueline, a conquista internacional também fortalece a imagem do estado como um polo de conhecimento. "Reforça que o futuro da nossa economia passa por formação de pessoas criativas e inovadoras, preparadas para os desafios da indústria e da sociedade", afirmou. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. últimas notícias de Goiás
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