A lobista Roberta Luchsinger disse nesta sexta-feira (4) que as acusações serão esclarecidas por ela e seu advogado “no âmbito da Justiça”. Em publicação nas redes sociais, ela afirmou que parte das denúncias contra ela são pautadas em “preconceitos, estereótipos, ilações ou julgamentos antecipados”.
“Neste momento, seguirei preservando minha família, minha vida pessoal e a seriedade com que esse assunto deve ser tratado. Tenho a serenidade de quem sabe que acusações devem ser examinadas com responsabilidade, à luz dos fatos, das provas e do devido processo legal. Não transformarei uma questão que deve ser tratada com responsabilidade e rigor jurídico em um debate público”, afirmou.
A lobista compartilhou também uma reportagem do UOL afirmando que um relatório da Polícia Federal aponta imputação “sem lastro” contra o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e que não há “lastro probatório” envolvendo o filho do presidente Lula (PT) e Roberta Luchsinger.
Recomendado para você
Caso PM Gisele: Justiça adia para outubro interrogatório de tenente-coronel acusado de matar esposa
A PM Gisele Alves Santana e o tenente-coronel Geraldo Neto, ac...
2026-09-04 18:59:26Plano de saúde empresarial é hoje um dos benefícios mais valorizados pelos trabalhadores
O plano empresarial da Unimed Vale do São Francisco pode ser e...
2026-09-04 18:17:53Esposa de ex-secretário que morreu em acidente viajava com a família para Goiânia, diz amiga
Renato Jayme é internado após acidente de trânsito; esposa mor...
2026-09-04 17:42:10A empresária ficou conhecida como a “amiga de Lulinha”. Os dois são alvo de inquéritos da Polícia Federal por suposto tráfico de influência.
Roberta é diretora da empresa RL Consultoria e Intermediações que, conforme cadastro de atividades profissionais, realiza intermediação e agenciamento de serviços e negócios em geral.
A empresária de 41 anos foi alvo nos últimos meses de mandados de busca e apreensão, bloqueio de bens e valores e de determinação para uso de tornozeleira eletrônica no âmbito da Operação Sem Desconto, que apura o esquema de fraudes no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
A investigação da PF aponta que a consultoria de Roberta prestou serviços para uma empresa associada a Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”.
Ela teria recebido R$ 1,5 milhão pelo serviço. Os investigadores suspeitam que a empresária poderia ser intermediária para pagamentos a Lulinha e que mantém amizade com Roberta.
Segundo documentos, a empresária “apresenta-se como pessoa com acesso a estruturas de poder capazes de influenciar decisões de natureza política”.